Ciências do Comportamento
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Esta coleção inclui os trabalhos académicos e científicos dos docentes e investigadores do ISMT na área das Ciências do Comportamento: Psicologia, Psicologia Clínica e Sociopsicologia da Saúde.
No âmbito desta área, estão disponíveis os seguintes trabalhos:
- Artigos em revistas científicas internacionais e nacionais com arbitragem (pré e pós print)
- Livros (Autor) / Books (Author)
- Livros (Editor) / Books (Editor)
- Capítulos de Livros/Book Chapters
- Volumes de Atas/Proceedings
- Textos em volumes de Atas de encontros científicos nacionais e internacionais
- Resumos, postéres em volumes de atas de encontros científicos nacionais e internacionais
- Teses de Doutoramento / PhD Thesis
- Dissertações de Mestrado / MSc Dissertations
- Outros documentos relevantes para as Ciências do Comportamento / Other documents relevant to behavioral Sciences
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Percorrer Ciências do Comportamento por autor "Alckmin-Carvalho, Felipe"
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- ItemLGBTQIA+ Inclusive Workplace Climate in Portugal: sexual minorities employees’ perspectives(Departamento de Investigação & Desenvolvimento do Instituto Superior Miguel Torga, 2025-11-30) Teixeira, Iara; Alckmin-Carvalho, Felipe; Pereira, HenriqueBackground: Despite growing efforts to promote workplace diversity, many LGBTQIA+ employees still face discrimination, exclusion, and challenges in fully expressing their identities at work. The literature indicates that perceptions of inclusive organizational climate are closely linked to LGBTQIA+ employees’ well-being, job satisfaction, and engagement. Objective: To examine perceptions of LGBTQIA+ inclusive organizational climate among cisgender sexual minority workers in Portugal, and to test their associations with self-reported workplace discrimination. Method: Seventy-nine cisgender, non-heterosexual participants (Mage 31.59, SD = 10.13) completed a questionnaire assessing LGBT–inclusive workplace climate and a sociodemographic questionnaire in a cross-sectional online survey. Data were analyzed using descriptive statistics, Spearman’s rank-order correlations, Mann–Whitney U tests, hierarchical regression, and regression-based moderation analyses. Results: Respondents indicated that their organizations often had formal LGBTQIA+ inclusion policies, but these were often perceived as only partially or inconsistently implemented. Participants reported experiences of discrimination, with women perceiving less discrimination and indicating greater openness about their identities. Perceived supervisor and coworker support were strongly associated with a less discriminatory climate, and identity disclosure/outness was positively associated with perceptions of an inclusive workplace climate. The moderation analysis indicated that the interaction between supervisor support and disclosure was not significant; instead, supervisor support predicted lower discrimination consistently across all levels of disclosure. Conclusions: These findings underscore the critical role of both organizational culture and support mechanisms in fostering an inclusive climate for LGBTQIA+ individuals in the workplace. | Contexto: Apesar dos esforços crescentes para promover a diversidade no local de trabalho, muitos trabalhadores LGBTQIA+ continuam a enfrentar discriminação, exclusão e dificuldade em expressar plenamente as suas identidades no contexto laboral. A literatura indica que as perceções de um clima organizacional inclusivo estão estreitamente associadas ao bem-estar, satisfação profissional e envolvimento das pessoas LGBTQIA+ no trabalho. Objetivo: Examinar as perceções do clima organizacional inclusivo para pessoas LGBTQIA+ entre trabalhadores cisgénero pertencentes a minorias sexuais em Portugal e testar as suas associações com a discriminação autorrelatada. Métodos: Setenta e nove participantes cisgénero não heterossexuais (Midade 31,59, DP = 10,13) completaram um questionário de avaliação do clima organizacional inclusivo para pessoas LGBT e um questionário sociodemográfico, num inquérito online de natureza transversal. Os dados foram analisados recorrendo a estatísticas descritivas, correlações de postos de Spearman, teste U de Mann-Whitney, regressão hierárquica e análise de moderação baseada na regressão. Resultados: Os participantes indicaram que as suas organizações dispunham frequentemente de políticas formais de inclusão LGBTQIA+, embora estas fossem muitas vezes percecionadas como apenas parcialmente ou de forma inconsistente implementadas. Foram reportadas experiências de discriminação, sendo que as mulheres percecionaram menos discriminação e indicaram maior abertura relativamente às suas identidades. O suporte percecionado por parte de supervisores e colegas associou-se fortemente a um clima menos discriminatório, e a divulgação/assunção da identidade (outness) associou-se positivamente a perceções de um clima organizacional inclusivo. A análise de moderação indicou que a interação entre suporte do supervisor e divulgação não foi significativa; em vez disso, o suporte do supervisor previu níveis mais baixos de discriminação de forma consistente em todos os níveis de divulgação. Conclusões: Esses resultados destacam o papel crítico da cultura organizacional e dos mecanismos de suporte na promoção de um clima inclusivo para indivíduos LGBTQIA+ no contexto laboral.
- ItemSpiritual/religious Coping and Cognitive Function of Urban-rural Brazilian Community-dwelling Older Adults(Departamento de Investigação & Desenvolvimento do Instituto Superior Miguel Torga, 2025-11-30) Vitorino, Luciano Magalhães; Low, Gail; Campos, Mariella Albino; Costa, Victória Pina; Santos, Gerson de Souza; França, Alex Bacadini; Vianna, Lucila Amaral Carneiro; Lemes, Alana Azevedo; Alckmin-Carvalho, Felipe; Guerra, Zaqueline FernandesBackground and Aim: We compared cognitive function among Brazilian older adults residing in rural versus urban settings and examined whether positive and negative spiritual/religious coping (SRC) were associated with cognitive outcomes. Method: We conducted a comparative cross-sectional analysis of two independent samples: older adults residing in rural areas of two small towns in Minas Gerais (N = 326), and older adults from the city of São Paulo (N = 400). Measures included the Mini-Mental State Examination (MMSE), the Brief Spiritual/Religious Coping Scale, and a sociodemographic/health questionnaire. Results: After controlling for sociodemographic and health covariates, rural residents had significantly higher MMSE scores than urban residents (mean difference = 7.43, p <.001). Among rural participants, higher positive SRC was associated with better cognitive function (β = 1.6; p < .001). Among urban participants, higher negative SRC was associated with worse cognitive outcomes (β = −0.39; p = .021). Conclusions: In Brazil, rural residence may be associated with better late-life cognitive function. Positive SRC may relate to cognitive benefits, whereas negative SRC may be linked to poorer cognition—particularly in urban contexts. Findings may guide health professionals in addressing SRC with older adults, especially in large urban centers.| Contexto e Objetivo: Comparamos a função cognitiva de pessoas idosas brasileiras residentes em áreas rurais versus urbanas e examinamos se o coping espiritual/religioso (CER), positivo e negativo, se associava a desfechos cognitivos. Métodos: Realizamos um estudo transversal comparativo com duas amostras independentes: pessoas idosas residentes em áreas rurais de dois municípios de pequena dimensão em Minas Gerais, Brasil (N = 326) e pessoas idosas da cidade de São Paulo (N = 400). As medidas incluíram o Mini-Exame do Estado Mental (MEEM), a Escala Breve de Coping Espiritual/Religioso e um questionário sociodemográfico e de saúde. Resultados: Após ajustamento por covariáveis sociodemográficas e de saúde, os residentes rurais apresentaram pontuações significativamente mais altas no MEEM, significativamente superiores às dos residentes urbanos (diferença média = 7,43, p < 0,001). Entre participantes rurais, maior CER positivo associou-se a melhor função cognitiva (β = 1,6; p < 0,001). Entre participantes urbanos, maior CER negativo associou-se a piores desfechos cognitivos (β = −0,39; p < 0,05). Conclusões: No Brasil, residir em meio rural pode associar-se a melhor função cognitiva na idade avançada. O CER positivo pode conferir benefícios cognitivos, ao passo que o CER negativo pode relacionar-se a pior cognição—particularmente em contextos urbanos. Esses resultados podem orientar a atuação de profissionais de saúde na abordagem do CER entre pessoas idosas, sobretudo em grandes centros urbanos.